A educação sempre foi um dos maiores instrumentos de transformação de realidades e construção de um futuro melhor para as juventudes brasileiras, e a escola é a porta de entrada para a realização dos nossos sonhos. Nela construimos o desejo de um Brasil justo e que caiba cada estudante desse país, mas a escola que temos hoje tem contribuído com esse espaço?

Um espaço onde podemos falar sobre a escola que queremos, que não surgirá por acaso, mas será resultado da organização e da luta dos estudantes brasileiros. Acreditamos que a transformação da educação começa dentro das nossas escolas, mas seus impactos devem alcançar todo o país.

Nossa luta é contra a evasão escolar. Falar sobre uma escola que pense nas nossas condições de permanência estudantil é falar sobre a conquista do Pé-de-Meia, instrumento fundamental para garantir que nenhum estudante precise escolher entre estudar e trabalhar. O programa teve uma execução exitosa, contribuindo para a redução da evasão escolar de 3,7% para 2,2%. Por isso, a UBES defende a ampliação do Pé-de-Meia para todos os estudantes como uma política capaz de enfrentar a inconsistência na permanência escolar. Os estudantes ficam!

Também precisamos refletir sobre o papel do currículo escolar. Fomos a geração que derrotou o Novo Ensino Médio e, agora, queremos discutir a necessidade de uma estrutura educacional que nos prepare não apenas para exames, vestibulares e para o mercado formal de trabalho, mas também que contribua para nossa formação crítica e emancipatória.

Lutamos diariamente pelo aprofundamento da democracia escolar. Somos estudantes que carregam em nossa trajetória a dor e a resistência de quem enfrentou, na linha de frente, o autoritarismo e o ódio da ditadura militar. Nossa luta é pelo fim das escolas cívico-militares, que se baseiam na opressão, e pela garantia de grêmios estudantis livres e autônomos. É assim que caminharemos rumo à gestão democrática.

Vivemos tempos em que chuvas, secas, inundações e outros eventos climáticos extremos afetam diretamente nossas condições de ensino. Sem falar nos problemas cotidianos enfrentados por nossos banheiros, refeitórios, quadras e salas de aula. Uma escola bem estruturada é condição central para a nossa formação.

Pensar tudo isso, no entanto, é pensar a escola de hoje. E entendemos o quanto essa escola precisa nos formar para o amanhã. É dentro da sala de aula que precisamos compreender as transformações tecnológicas que vêm redefinindo a sociedade. Os novos meios de comunicação e informação precisam estar integrados ao nosso processo formativo, preparando os estudantes para os desafios do presente e do futuro.

É diante de todos esses desafios que te convidamos a construir a Nova Escola Brasil conosco! Queremos uma escola pública que enfrente todas as formas de violência e de desalento; que garanta um ambiente seguro para aprender, conviver e sonhar; que nos ofereça, hoje, as ferramentas para construir o amanhã.

Porque pensar a Nova Escola Brasil é pensar o futuro do Brasil.

Um espaço onde podemos falar sobre a escola que queremos, que não surgirá por acaso, mas será resultado da organização e da luta dos estudantes brasileiros. Acreditamos que a transformação da educação começa dentro das nossas escolas, mas seus impactos devem alcançar todo o país.

Nossa luta é contra a evasão escolar. Falar sobre uma escola que pense nas nossas condições de permanência estudantil é falar sobre a conquista do Pé-de-Meia, instrumento fundamental para garantir que nenhum estudante precise escolher entre estudar e trabalhar. O programa teve uma execução exitosa, contribuindo para a redução da evasão escolar de 3,7% para 2,2%. Por isso, a UBES defende a ampliação do Pé-de-Meia para todos os estudantes como uma política capaz de enfrentar a inconsistência na permanência escolar. Os estudantes ficam!

Também precisamos refletir sobre o papel do currículo escolar. Fomos a geração que derrotou o Novo Ensino Médio e, agora, queremos discutir a necessidade de uma estrutura educacional que nos prepare não apenas para exames, vestibulares e para o mercado formal de trabalho, mas também que contribua para nossa formação crítica e emancipatória.

Lutamos diariamente pelo aprofundamento da democracia escolar. Somos estudantes que carregam em nossa trajetória a dor e a resistência de quem enfrentou, na linha de frente, o autoritarismo e o ódio da ditadura militar. Nossa luta é pelo fim das escolas cívico-militares, que se baseiam na opressão, e pela garantia de grêmios estudantis livres e autônomos. É assim que caminharemos rumo à gestão democrática.

Vivemos tempos em que chuvas, secas, inundações e outros eventos climáticos extremos afetam diretamente nossas condições de ensino. Sem falar nos problemas cotidianos enfrentados por nossos banheiros, refeitórios, quadras e salas de aula. Uma escola bem estruturada é condição central para a nossa formação.

Pensar tudo isso, no entanto, é pensar a escola de hoje. E entendemos o quanto essa escola precisa nos formar para o amanhã. É dentro da sala de aula que precisamos compreender as transformações tecnológicas que vêm redefinindo a sociedade. Os novos meios de comunicação e informação precisam estar integrados ao nosso processo formativo, preparando os estudantes para os desafios do presente e do futuro.

É diante de todos esses desafios que te convidamos a construir a Nova Escola Brasil conosco! Queremos uma escola pública que enfrente todas as formas de violência e de desalento; que garanta um ambiente seguro para aprender, conviver e sonhar; que nos ofereça, hoje, as ferramentas para construir o amanhã.

Porque pensar a Nova Escola Brasil é pensar o futuro do Brasil.


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      Plataforma eleitoral

      por uma nova escola brasil

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