O Rio sediará encontro de juventudes de todo o país

Entre os dias 2 e 5 de julho, 3 mil jovens estarão na cidade para debate protagonismo juvenil e valorização da diversidade

O Centro de Estudos e Memória da Juventude (CEMJ) vai promover a partir de amanhã (2/07) e até domingo (5/07) o 1º Festival das Juventudes, no Rio de Janeiro. O evento, que trará cerca de 3 mil jovens, dos 27 estados brasileiros, sendo 500 participantes do RJ, tem como objetivo oferecer um espaço de debates e realizações de atividades culturais voltadas ao fortalecimento do protagonismo juvenil e à valorização da diversidade. O Festival será realizado no campus da Ilha do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e no Armazém da Utopia, na Zona Portuária.

Nos últimos anos, o CEMJ tem ampliado sua atuação, consolidando-se como espaço de produção de conhecimento, de memória, de formação coletiva e da construção de políticas públicas de juventude. Segundo os organizadores, a proposta do Festival segue nesta mesma linha ao buscar construir um espaço de encontro, reflexão e participação, articulando em sua programação temas centrais para a juventude, como educação, ciência e tecnologia, geração de emprego e igualdade racial.

Além da etapa presencial no Rio de Janeiro, o festival também buscará impulsionar uma mobilização nacional, com atividades e debates em todo o Brasil, contribuindo para ampliar o engajamento da juventude nos espaços políticos e na construção de um país mais justo e democrático.

Entre as atrações já confirmadas estão o DJ MT do Palácio, o músico Rodrigo da CN e o grupo Fruta no Pé, roda de samba da Zona Oeste da cidade. Para Borges, o Festival funcionará como um grande espaço de formação, onde milhares de jovens de todas as regiões do Brasil poderão trocar experiências, ampliar seus horizontes culturais e científicos e construir soluções coletivas para os desafios do país.

Mais do que um evento, será um investimento na formação de uma geração preparada para produzir conhecimento, valorizar a diversidade e fortalecer a democracia – destacou Cássio Borges.

Para Rafaela Elisiário, presidente Nacional da União da Juventude Socialista no Brasil, que está promovendo o festival junto com o CEMJ, trata-se de uma oportunidade “de mobilização, engajamento e discussão sobre temas urgentes para juventude brasileira na perspectiva da construção de um Brasil mais justo”.

Ao longo dos últimos anos, as atividades do CEMJ têm contribuído para preservar a trajetória das juventudes brasileiras, mas também subsidiar gestores públicos e movimentos sociais na formulação de políticas mais justas, inclusivas e representativas, interferindo diretamente no desenvolvimento dos jovens do país.