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NOSSA HISTÓRIA
“Fundado em 1984, o então Centro de Memória da Juventude (CMJ) surgiu de uma dupla motivação: por um lado, a necessidade de sistematizar a rica experiência do movimento juvenil; por outro, a percepção da escassez de informações sobre a juventude brasileira, fato que dificultava a elaboração de políticas específicas para esse segmento.

A experiência do antigo Centro de Memória da Juventude - que funcionou de 1984 a 1996, quando entrou em um período de inatividade que durou 6 anos - esteve relacionada à promoção cultural, à preservação da memória do movimento estudantil e à discussão dos temas de interesse da juventude. Listamos abaixo algumas das mais importantes iniciativas desenvolvidas pelo Centro nesse período:

Participação na Constituinte (1987-1988) - Junto a entidades educacionais de professores e estudantes, participamos da discussão de temas relacionados à juventude que resultaram em artigos da Constituição de 88 - dentre eles o voto aos 16 anos, a destinação de verbas para educação e cultura, a autonomia universitária, a proteção à criança e ao adolescente e a liberdade de organização. Para ajudar nessa discussão publicamos o Gibi da Constituinte;

ECO Rio 92 (1992) - Participamos de atividades preparatórias à ECO Rio 92 e também estivemos presentes nessa conferência da ONU, promovendo em conjunto com outras organizações não-governamentais debates sobre os temas em pauta. Organizamos ainda o Encontro latino americano de entidades juvenis sobre ecologia, em Belém;

Documentário O Poder Jovem (1994/1995) - Filme sobre a história do movimento estudantil brasileiro, da fundação da UNE até 1994. Traz depoimentos de ex-dirigentes da UNE e da UBES, bem como de outros agentes dessa história. Dirigido pelo cineasta Marco Altberg, contou com patrocínio da Embratel e foi co-produzido pela TVE/RJ e pelo CPCE/UnB;

Atualização e reedição do livro O Poder Jovem, de Arthur José Poerner (1994/1995) - Trata-se da principal obra publicada no Brasil sobre o movimento estudantil e conta desde as primeiras ações estudantis, ainda nos tempos da colônia, até nossos dias. Publicado pela primeira vez em 1968 (logo após o assassinato do estudante Edson Luís), entrou na lista dos 10 primeiros livros proibidos pelo regime militar. A atualização foi feita pelo próprio autor e sua participação foi viabilizada com a colaboração de 14 entidades estudantis, co-editoras do livro;

Centro de Documentação da Juventude - CEDOJ (1995) Reúne ampla documentação sobre a história da participação da juventude brasileira: documentos impressos, manuscritos, fotos e registros audiovisuais. Funciona na sede da entidade, que desenvolve uma campanha nacional de resgate da memória do movimento juvenil iniciada em 1995;

Coordenação da produção de textos sobre a situação educacional - Participamos de vários estudos ligados à realidade da educação brasileira em todos os seus níveis.

Em 2002 o CMJ foi relançado como Centro de Estudos e Memória da Juventude (CEMJ). O novo projeto do Centro tem como objetivo geral o de construir —a partir das contribuições de profissionais que se dedicam ao tema— o núcleo aglutinador de uma corrente de pensamento progressista no âmbito das pesquisas sociais sobre a juventude. Veja as ações realizadas no Menu Nossos Projetos.

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